Queria falar sobre isto, mas antes pensei o título, parece tão bobo, na realidade é, mas não gostaria de me deter nisso, a importância de algo não é útil a arte, assim como não é para mim, então, como não tenho objetivos com este blog, a não ser me expor, e quando o tento mostro um pouco de mim, seja através de personagens difusos, alteregos, ou até monólogos, como este.
Bem, acho que agora posso falar de utopias, a vida de todos os seres humanos giram em torno de utopias, mas são tratados de foram diferente, escondidos ou deformados, para que sejam possam aceita-los sem problemas, a dor não nos deixa, e a utopia também não, talvez sintamos dor por causa de nossas utopias, ou seja elas que expiem nossas dores, não sei, acho que a relação causa-consequência é algo que reduziria a questão, pois não a vejo como aplica-la na unidade que acredito ver, que descrevo.
Utopias, tenho tantas, nunca as poderei alcança-las, tento conhece-las, a despeito da dor que geram, tenho uma capacidade incrível de não sentir tanta dor, é bom ser medíocre, mas é como se a ferida sempre esteja lá, e doesse apenas às vezes. Esta relação com a dor de existir, bem, não a classifico como boa, ou má, ela existe e o seu julgamento estaria preso aos pressupostos usados, não quero tratar de meus problemas, se é que o são, de forma arbritária, que apenas vivência-los.
Continuo caminhando, como se a vida fosse um jogo qualquer, é realmente o que me parece, a importância disto, não sei nem se existe, mas gosto de ver coisas perfeitas, e buscar objetivos, ainda vivo, bastante e bem, mas sei que o nada é maior que tudo, tudo é inútil, o sentido da vida não existe...
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